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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Anderson Silva quer ser o peso-pesado do taekwondo brasileiro nas Olimpíadas

Marcus Rezende

Há alguns anos, quando o nosso grande lutador de MMA, Anderson Silva, foi convidado a tornar-se embaixador do taekwondo brasileiro, todos esperavam dele uma
contrapartida que tornasse a modalidade mais popular. Porém, Anderson sequer mencionou a arte marcial nas aparições posteriores à homenagem marqueteira do senhor Carlos Fernandes, presidente da CBTKD.

Anderson Silva - após as fragorosas derrotas contra o Norte-Americano Chris Weidman e o pífio combate contra Nick Diaz, oportunidade em que foi pego no exame antidoping - agora, parece ter lembrado de que um dia foi condecorado embaixador do taekwondo pela CBTKD.
Aos 40 anos ele quer realizar o sonho de disputar uma olimpíada. E por que não no taekwondo, considerando ser um faixa preta da modalidade e o maior nome do MMA de todos os tempos?

Independentemente da medalha olímpica, que muito dificilmente ele traria (pois o jogo dos pontos no taekwondo é muito diferente da contundência do MMA no UFC) o que parece valer mesmo nesta hora é a publicidade do fato; é a mídia; é o posar pra foto; é o sair nos jornais.

Anderson está no direito de cultivar esta pretensão; cabe a CBTKD se pronunciar à altura. Um presidente sério, de imediato, daria uma resposta condizente com o cargo que possui, dizendo: “Anderson vai precisar se filiar a uma federação, participar dos eventos do calendário nacional, ficar entre os primeiros do ranking nacional e disputar as lutas seletivas com os principais pesos-pesados do Brasil”.

Foi o que fez o técnico da Seleção Brasileira, Fernando Madureira, em entrevista concedida à ISTO É independente. Madureira disse que Anderson vai ter de lutar com os principais nomes do taekwondo brasileiro. Hoje, Guilherme Félix, Maicon Andrade e Lucas Ferreira. Mas será esta a resposta de Carlos Fernandes?

O que se teme, conhecendo as artimanhas da entidade, é que, de alguma forma, as coisas acabem se acomodando de outro jeito. Madureira afirma que não! Ele acrescentou que a definição precoce, junto ao Comitê Olímpico Brasileiro, de uma das quatro categorias a que o país tem direito (a acima de 80 Kg) ocorreu antes da carta de pretensão de Anderson.

De qualquer forma, esta definição da categoria, em meu humilde entendimento, acabará sendo boa para Guilherme Félix, Maicon Andrade e Lucas Ferreira, os principais pesos-pesados do Brasil. Isso porque, se Anderson realmente aceitar participar das seletivas, os três vão ganhar os holofotes da mídia mundial. 

Por outro lado, acho improvável que Anderson tenha condições de vencê-los? Não há como, em tão pouco tempo, ele adquirir habilidade suficiente para desbancá-los. 

Assim, em vista de todo o retorno mercadológico que o Spider trará ao taekwondo brasileiro (positivo ou negativo), não duvidaria de um caminho pra ele mais facilitado.

O que tudo isso envolve? Muita coisa; estamos falando de Anderson Silva em uma Olimpíada. Estamos falando de um ícone do UFC lutando contra atletas de taekwondo.
Seria ingenuidade pensar que tal cartada não esteja bem alinhavada por todo o retorno comercial que ela envolve.




Vamos aguardar.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Surgimento meteórico de um promissor campeão

Marcus Rezende
Maicon ladeado pelos treinadores Reginaldo Santos (esq) e Clayton Santos 

Nada como olhos de grande treinador pra enxergar um diamante bruto. Aquele que bem lapidado pode até se transformar em Ouro. Mas não qualquer ouro; sim um Ouro Olímpico. E os olhos não são de qualquer um. Mas sim de um outro fenômeno brasileiro, Reginaldo Santos, que faz parte da nova safra de treinadores do taekwondo brasileiro. Ele vem se destacando em parceria com o irmão Clayton Santos. Ambos desenvolvem um trabalho de excelência em São Caetano do Sul (SP) e, a cada ano, em número cada vez maior, classificam atletas à Seleção Brasileira.
Este ano não foi diferente, puseram 10 na seleção principal e quatro nas de base (Cadete e Juvenil). Entretanto, um deles merece destaque especial em razão do quanto já conquistou em tão pouco tempo, depois que passou a treinar no Centro de Treinamento de São Caetano. O nome dele é Maicon Andrade.
Aos 21 anos, caçula de oito irmãos, Maicon começou a treinar taekwondo em 2007, em Justinópolis, distrito de Ribeirão das Neves, interior de Minas Gerais, em um Núcleo Esportivo e Cultural, onde conseguiu chegar à faixa preta. Algum tempo depois precisou deixar os treinos e largar os estudos. A mãe adquirira um câncer e Maicon tinha de ser mais um na família a ajudar. Ele passou então a trabalhar como ajudante de pedreiro e garçom. Contudo não largou de vez os treinos que ficaram restritos aos domingos.
Em 2012, foi convidado às pressas a participar dos Jogos Regionais (SP), da Segunda Divisão, representando a cidade de Jundiaí, no lugar do atleta principal que havia se lesionado.
Então... sabe aquela história dos olhos que enxergam? Foi o que aconteceu. Mesmo não vencendo, Reginaldo e o irmão viram naquele diamante bruto um ouro a ser lapidado. O convite para que fosse treinar com eles em São Caetano foi feito e Maicon aceitou na hora. Além de talentoso, naquele momento, ele mostrou que era inteligente o suficiente para perceber a chance de conquistar o espaço que seria dele no taekwondo.
A equipe de São Caetano vislumbrou no jovem talento um grande atleta e que o futuro dele estava na verdade no peso de cima, na categoria pesado, acima de 87 quilos. Ele ganhou massa muscular e, após seis meses de trabalho, passou vencer todas as competições por este Brasil afora, tornando-se titular da seleção brasileira.
Reginaldo e Clayton sabiam que Maicon poderia muito mais. Passaram a investir para que lutasse nos campeonatos abertos fora do Brasil. Juntaram as moedas e levaram o jovem a cinco torneios internacionais. Ele trouxe medalha em todos. Foi ouro no Festival pan-Americano, no México; prata no Aberto da Ucrânia; bronze no Aberto dos Estados Unidos (US OPEN); ouro no Aberto de Alexandria (Egito) e bronze no Aberto de Luxor, também no Egito.
Nas lutas que realizou desbancou atletas do mais alto gabarito, tais como o alemão Volker Wodzich (4º no ranking Mundial), a quem já derrotou em três oportunidades; o americano Stephen Lambdin (7º no ranking) em quem aplicou um belo nocaute no Aberto da Ucrãnia; o compatriota Guilherme Cezário (12º no ranking) a quem venceu em quatro oportunidades entre outros como o coreano Choi Ho Jo; o argentino Martin Sio e o nigeriano Abdoul Issoufou, todos bem posicionados no ranking da Federação Mundial de Taekwondo.
Apesar de ter iniciado recentemente a trajetória por melhor posicionamento no ranking mundial, Reginaldo ainda nutre esperanças de que ele consiga ser um dos representantes do Brasil nos Jogos Olímpicos. Reginaldo diz que o menino é um fenômeno e que vai agora em busca da vaga para os Jogos Pan-Americanos, no meio do ano, em Toronto, no Canadá, para se juntar aos companheiros de treino em São Caetano, já classificados, Henrique Precioso, Gustavo Almeida e Raphaella Galacho.


quarta-feira, 25 de março de 2015

Como ousas brilhar mais que o Rei?

Marcus Rezende


O taekwondista brasileiro começa a ficar estarrecido com a forma cada vez mais ditatorial da gestão atual da CBTKD. Fico a imaginar quão aterrorizados devem ficar alguns presidentes de federações estaduais cujo corpo jurídico inexiste. Possivelmente fiquem “pianinhos” a todas as ações do chefe-mor.

Como se não bastassem as desfiliações desconexas perpetradas pela CBTKD, de algumas entidades e renomados faixas pretas deste país, a presidência da entidade fez agora  uma convocação extraordinária   dos federados para decidir sobre a desfiliação ou não do mestre Evandro César (foto), do Rio de Janeiro Veja a nota de convoção marcada para 8 de Abril, às 9:30.
   Da mesma forma que não dá transparência aos gastos que vem realizando com o dinheiro da entidade, a atual gestão da CBTKD também não expôs aos taekwondistas brasileiros os motivos pelos quais está cometendo (temos certeza) esta arbitrariedade.
Segundo o que nos disse Evandro, um dos motivos está no fato de ele ter ministrado cursos a algumas entidades contrárias à CBTKD. Porém, Evandro enfatiza que não é funcionário da CBTKD e que seus cursos são de cunho pedagógico. Ele explica que os cursos e seminários que realiza Brasil afora tem como finalidade recolher fundos para custear as passagens dos atletas da seleção brasileira.
“Em reunião eu até disse que poderia cancelar os cursos se a CBTKD garantisse a ida dos atletas no Mundial”, explicou o mestre que teve o pedido negado. Sem alternativa, Evandro passou a desenvolver seminários de aperfeiçoamento de poomsaes e regras de arbitragem das competições desta modalidade. 
“Através dos cursos e de outros meios eu custeei parte da ida de quatro atletas ao Mundial de 2013; as passagens de 3 atletas ao Pan de 2014 e as passagens e estadia de 12 atletas ao Mundial 2014, sem contar que a minha passagem eu paguei do meu bolso sem usar esse recurso destinado exclusivamente aos atletas”, relembra o mestre.
Evandro chefiou os atletas Brasileiros nos campeonatos de poomsaes no ano passado. No Campeonato Panamericano de Poomsae, os atletas trouxeram quatro medalhas de ouros e uma de prata. Já no Mundial do mesmo ano, Manoela Pontual (aluna mais antiga dele) trouxe uma inédita medalha de Bronze. Dos 19 atletas que compunham a equipe do Brasil, 14 são treinados por ele.
Outra alegação para justificar a desfiliação, segundo Evandro, reveste-se no fato de ele ter se credenciado como técnico da seleção brasileira no Mundial de 2014, sem a autorização da CBTKD. 
    Segundo o que explicou, o técnico oficial escolhido pela CBTKD só chegaria ao local na véspera da competição. Dessa forma, a delegação não teria representante no Congresso Técnico, realizado dois dias antes. “Sem termos representante, eu assumi o posto e tão logo o técnico chegou entreguei minha credencial. No entanto, sou acusado disso”, conta.
Evandro revelou que em 2013, no Campeonato Pan-Americano de Cadetes e Juvenil, a equipe brasileira viajou sem técnico e que ao chegarem ao local da competição, os jovens, todos menores de idade, foram surpreendidos com a informação de que a Seleção Brasileira não estava inscrita no evento. 
“A CBTKD não tinha pago a taxa de anuidade da PATU (Panamerican Taekwondo Union) e fomos informados disso pelo diretor financeiro da entidade e que se não fosse paga a taxa no Congresso Técnico, ninguém participaria. Adivinha quem resolveu isso e pagou duzentos dólares? Eu , mais uma vez”.
   Evandro, nos últimos anos, juntamente com o seu grupo da TKD Rio, tem realizado um trabalho espetacular para o taekwondo marcial competitivo do Brasil. Depois do resultado inédito no último Mundial de Poomsae, quando a sua principal atleta, Manoela Pontual, chegou à terceira colocação Veja aqui, ele passou a viajar pelo Brasil ministrando seminários e contribuindo sobremaneira com a evolução desta modalidade competitiva.
Teria sido este o motivo?

Ao que parece, o sucesso de uns acaba diminuindo a luz divina de outros?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Federações de Taekwondo ainda não entenderam o papel que devem desempenhar

Marcus Rezende


Vejam como tudo poderia ser mais simples e dinâmico em uma Federação de Taekwondo se não fosse a ganância dos que não querem mudanças. Mudar o atual sistema implicaria tirar as migalhas que se recolhem de professores e mestres que se submetem às regras ilegais que eles criam.
Mas então como teria de ser? Como as entidades deveriam funcionar de forma salutar em conjunto com o verdadeiro desenvolvimento do taekwondo brasileiro?
Pra início de conversa, uma Federação Estadual só pode ser criada a partir da existência de três associações legalmente constituídas. Ou seja, se não existissem as associações, as federações não existiriam.
Mas existindo, e seguindo a lógica da coerência, a missão inicial dela seria a de convencer os taekwondistas do quanto valeria a pena fazer parte da entidade estadual.
O dono da Academia “A”, por exemplo, mestre Fulano de tal, receberia o convite e avaliaria o teor das ideias desta entidade. Digamos que ele achasse interessante e registrasse sua agremiação e seus alunos. Além disso, digamos que - ensinando há mais de 30 anos e com dezenas de professores espalhados pelo estado -, propusesse a sua prole que se filiasse também. Certamente, nesta toada, outras agremiações tenderiam a fazer o mesmo, influenciados pela adesão de um mestre conceituado no estado.
O presidente da federação, dentre diversas ideias, explicaria as propostas de competições, tanto na seara olímpica, quanto marcial. Além disso, demonstraria, com outras ideias, que o foco da entidade seria o fomento por meio, por exemplo, de apresentações em locais de grande movimentação popular em cidades importantes do estado. Ele entenderia que, em primeiro lugar, o mais importante é fazer com que mais pessoas queiram praticar a modalidade.
Em reunião com mestres e professores, ele criaria um ou mais grupos de demonstração do taekwondo para se apresentarem nesses locais. E em meio as apresentações, um enorme banner indicaria o site da entidade, pelo qual o expectador conseguiria localizar uma academia próxima à residência onde mora.
A Federação logicamente não se envolveria com a questão dos exames de faixa (o câncer do taekwondo brasileiro). Entenderia o presidente que esta é uma atribuição dos mestres. Porém, a federação não se furtaria em auxiliá-los a se registrarem à Kukkiwon, para que pudessem de forma independente remeter à coreia os registros de seus faixas pretas.
Em competições, por exemplo, a organização do evento não se preocuparia em checar se o praticante inscrito é ou não detentor da graduação descrita na ficha de inscrição. Se o mestre ou o professor o inscreveu em categoria de faixa errada, por má-fé, o problema será dele. Ele é quem irá responder pelos atos cometidos perante pais e os próprios alunos. Professores e mestres que cometem este tipo de atitude, em minha opinião, dão um tiro no próprio pé, por motivos óbvios. 

Dessa forma, se todos os presidentes de federações entendessem o seu real papel, com certeza a CBTKD também entenderia o dela. 
Mas não; preferem fazer parte do incrível exército comandado por Brancaleone, que brinca de destruir o taekwondo brasileiro.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

FEDERAÇÕES: ou se ajustam ou estarão fadadas ao ostracismo

Marcus Rezende


Em reforço ao artigo anterior. 
O professor e mestre de taekwondo do Brasil deveria analisar friamente a real importância de atrelar a Escola de Taekwondo que comanda a uma federação. Isso porque, por lei, ninguém é obrigado a se filiar ou a manter-se filiado a nenhuma entidade desportiva. E há uma lógica pra isso; as federações só foram aparecer porque a modalidade taekwondo já existia.
Beleza! Ótimo! Que proponham ideias e cativem os taekwondistas. Mas, por favor, não venham encher o saco!
Sendo assim, toda federação depois de criada precisa crescer conquistando filiados. Essa é a regra natural. E como vão fazer isso? Demonstrando aos que ensinam taekwondo, que vale a pena se registrar à entidade criada. Nunca, porém, poderiam achar que mandariam na arte marcial e cerceariam a individualidade dos professores e mestres que não quisessem se registrar. Ou seja, uma federação não pode aparecer e o dirigente chegar e dizer: “agora quem manda sou eu. Quem não estiver registrado, não poderá mais ensinar e examinar seus alunos”.
UNS BRINCALHÕES DESCONHECEDORES DA LEI DO PAÍS.
Partindo deste pressuposto, a maioria das federações cometem claramente uma ilegalidade quando tentam impor a este corpo docente brasileiro as amarras da entidade que comandam. Usam capciosamente o instituto EXAME DE FAIXA para demonstrar que ninguém pode se tornar faixa-preta e nem subir de dan se não for com o beneplácito do presidente da entidade. A desculpa que usam é a de que não podem permitir que a modalidade seja ensinada por gente despreparada. Ora, que desculpa tola... esquecem-se que aquele que fizer besteira usando uma faixa-preta vai responder civilmente por seus atos. Não é preciso a federação ficar se preocupando com isso.
Apoiados em uma regra ilegal que eles próprios criaram (com o intuito exclusivo de auferir lucro de gente que nunca viram na vida), caem em contradição quando os mestres por outros caminhos conseguem graduar seus faixa pretas e registrá-los ao órgão máximo do taekwondo mundial, a Kukkiwon.
Quando isso acontece, os dirigentes procuram convencer os incautos de que o certificado internacional da Kukkiwon não tem validade no Brasil. Porém, o certificado brasileiro que eles oferecem não fede e nem cheira em país nenhum do mundo. E não é pra ser reconhecido mesmo, pois entidade desportiva nada tem a ver com graduação de faixa. A WTF, por acaso, emite certificado de faixa-preta? Então por que a CBTKD e as respectivas federações querem certificar faixas pretas? Nunca teve sentido. Mas o fazem para tentar manter uma reserva de mercado de exames de faixa e ganhar dinheiro ilicitamente de mestres pouco informados e que acabam acreditando que estão obrigados a entregar seus alunos à banca examinadora formada por estes dirigentes.
Por outro lado, o certificado internacional da Kukkiwon tem reconhecimento em todo o planeta. Não é pra rir destes camaradas?
Tem Presidente de federação que vive no mundo do faz de conta, achando que todo o taekwondo brasileiro gira em torno da entidade que ele comanda. Porém, quando olha para o número de filiados, cai na real. Mas mesmo assim não dá o braço a torcer.
Hoje, com o avanço da internet e das redes sociais, os professores de taekwondo estão deixando de ser tolos, pois há muita informação e esclarecimento chegando. Muitos já estão largando de mão a filiação a estas entidades.
Não quero dizer com isso que uma federação não seja importante. Ela possui seu grau de importância. Ela é, sem dúvida, um canal de crescimento da modalidade. Mas os dirigentes ainda não entenderam que sua função é a de servir e não a de ser servido.
O professor e mestre, no entanto, na atual conjuntura, só tem a ganhar cuidando de sua academia sem se preocupar com as competições estaduais e nacionais. Ele não vai deixar de ter alunos por causa disso. Ademais, não vai precisar esquentar a cabeça com competições, muitas delas, totalmente desorganizadas.
Assim sendo, está mais do que na hora de professores e mestres de taekwondo deste Brasil afora analisarem todo o contexto desportivo e verificarem se vale ou não a pena registrar sua agremiação e seus alunos a entidades que não continuam praticando tais ilegalidades.

Convido o leitor a conhecerem o grupo no facebook “FALANDO DE TAEKWONDO”